Lar Variedades Pequenos negócios têm até dia 30 para renegociar dívidas com a União
Variedades

Pequenos negócios têm até dia 30 para renegociar dívidas com a União

0d8a1409
© Joédson Alves/Agência Brasil

Microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte têm até 30 de janeiro para aderir às condições especiais de renegociação de débitos inscritos na dívida ativa da União. No ano passado, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) prorrogou o Edital nº 11/2025, que trata da transação tributária e cujo prazo de adesão acabaria em 30 de setembro.

A iniciativa permite regularizar pendências fiscais com descontos que podem chegar a 100% sobre juros, multas e encargos legais, além de prazos ampliados para parcelamento. As condições variam conforme a situação da dívida e a capacidade de pagamento do contribuinte.

Quem pode aderir

  • Microempreendedores individuais (MEI);
  • Microempresas;
  • Empresas de pequeno porte.

Modalidades disponíveis

O edital prevê diferentes formas de transação, entre elas:

  • Transação conforme a capacidade de pagamento do contribuinte;
  • Débitos considerados irrecuperáveis;
  • Transação de pequeno valor, para dívidas de até 60 salários mínimos, com regras específicas para MEI.
  • Débitos garantidos por seguro garantia ou carta fiança.

Como aderir

A consulta às pendências e a formalização da adesão devem ser feitas pelos canais oficiais da PGFN. A prorrogação do prazo amplia o alcance da medida e busca estimular a regularização fiscal como forma de apoiar a recuperação dos pequenos negócios.

A PGFN reforça que a renegociação de dívidas não se confunde com o pedido de reenquadramento no Simples Nacional, que ocorre no início de cada ano. Cada procedimento tem regras próprias e deve ser feito separadamente.

Atenção aos prazos

  • 30 de janeiro: prazo exclusivo para aderir às modalidades de renegociação da dívida ativa da União;
  • 31 de janeiro: prazo distinto para pedir retorno ao Simples Nacional por MEIs desenquadrados do regime.

fonte: Agência Brasil

Artigos relacionados

Receita prevê arrecadar R$ 200 bi com modelo de cobrança amigável

A Receita Federal estima arrecadar R$ 200 bilhões este ano com a...

BC: diretor nega ter recomendado compra de carteiras do Master ao BRB

O diretor de Fiscalização do Banco Central (BC), Ailton de Aquino Santos, negou...

Bolsa supera 178 mil pontos e tem melhor semana desde abril de 2020

Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa encostou...

FGC pagou R$ 26 bi a 67% dos credores do Banco Master

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) já realizou pagamentos de R$ 26...